O que eu mais gostava no Episódio G era a personalidade que o mangá emanava, por mais que em estrutura ele seja parecido com o Lost Canvas (a justificativa para eles existirem, basicamente é fazer fanservice de Cavaleiro de Ouro, convenhamos), o Okada usava isso de maneiras muito novas na franquia, e para além do seu traço inicial que eu sempre gostei muito, o ritmo da leitura, os diálogos mais poéticos e a expansão da mitologia Grega na história sempre me soaram bem inovadores para algo como CDZ, porque comparando com Lost Canvas, no final, LC só aplicava a lógica da série clássica em uma rou