Quando era adolescente também não curtia muito o Seiya, devido ao excesso de protagonismo. Era sempre ele que encarava o grande vilão para depois levar a coroa de louros, enquanto os demais bronzeboys ficavam pelo caminho. Anos depois, quando voltei a me reaproximar da franquia (via Ômega, para ser honesta) comecei a analisar melhor o significado do Pegasus clássico para a obra como um todo e, de modo mais específico, sua relevância para os companheiros de batalha. Como o Spider destacou, Seiya não é um líder clássico. Podemos partir do princípio de que a liderança é uma chefia democrática,