Senti falta também. Seiya tomou uma espadada de Hades no final do mangá clássico, passou dezoito anos (para nós, leitores) em coma numa condição de grande vulnerabilidade, e, agora que acordou, terminou o ND apanhando de um anjo. Achei uma pena, embora a cena dele descendo a mão nas satélites tenha sido legal (mostra quão determinado ele estava para ir até a Saori e os seus amigos, ignorando seu princípio de não agredir mulheres).
Fora isso, gostei do final no geral. Aquele desfecho com o Shun, a Saori, o Seiya e o testamento do Aioros ficou perfeito.