Muito boa a abordagem do sensei. Deathmask é um pré-adolescente na época em que se passa o Episode Zero, uma fase de grandes transformações e busca da identidade pessoal, tudo isso combinado com os traumas brutais que decorrem do treinamento para se tornar um Saint fez com que as sinapses do Saint de Cancer pendessem para o exagero, a busca por atenção, por afirmação... Ele já é um personagem denso por sua associação com a morte e Kurumada cria um contraste com isso retratando-o cheio de vida e espontaneidade, um estudo sobre a dualidade de todos os seres humanos... Muito bom ver o crescimento