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Lucas Augusto da Silva

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Tudo que Lucas Augusto da Silva postou

  1. Mas Seiya estava protegido pelo sangue de Athena quando foi golpeado por Hades. O sangue de Athena permitiu que Seiya não fosse afetado pela barreira do castelo de Hades, alcançasse o Arayashiki, atravessasse a hiperdimensão dos deuses e despertasse a armadura divina. Não sei vocês, mas pra mim a benção divina de Seiya era muito melhor que essa pulseira de R$ 1,99 do Tenma.
  2. Então me explica como que Shaka de Virgem, que tem pleno domínio do Arayashiki, tem a alcunha de "o homem mais próximo de deus". De acordo com você, Shaka deveria ser "o homem que superou os deuses". Seu erro é confiar somente naquilo que consta expressamente no mangá, vetando qualquer lógica estabelecida em Saint Seiya. A proposição é muito simples: - O Sétimo Sentido é a essência do cosmo; - Os deuses têm domínio do cosmo; - Logo, os deuses atingem o Sétimo Sentido. Qual é a dificuldade para entender isso? Ainda que os conceitos de Sétimo e Oitav
  3. É claro que os deuses dominam os sentidos. Além dos cinco sentidos da percepção sensorial (audição, visão, olfato, paladar e tato), os deuses dispõem também do sexto sentido ao oitavo sentido. O Sétimo Sentido nada mais é do que o despertar e domínio do cosmo, presente em todo organismo e matéria no universo. Os deuses têm pleno controle do cosmo, sequer preciso discorrer sobre este fato. O Arayashiki é uma extensão do Sétimo Sentido. Athena despertou voluntariamente o Oitavo Sentido na saga de Hades, não foi um feito acidental ou involuntário. Isso demonstra cabalmente
  4. Saga do Céu: Seiya e amigos decidem voltar no tempo para salvar Saori.
  5. A dinâmica será esta mesmo, Fáh. Só uma observação de que Saori poderia retornar sozinha graças ao Arayashiki.
  6. Sua ideia não é ruim, mas não poderia ser bem executada na saga de Hades porque desviaria o foco para o Olimpo. Criei o tópico partindo da premissa de que o mangá acabou em 1991 com a derrota do deus dos mortos. Kurumada teria que engatar uma nova saga logo na sequência para desenvolver uma história envolvendo Seika e os olimpianos, mas sabemos que a continuação de Saint Seiya (que nem era planejada, vamos combinar) só ocorreu quinze anos depois com Next Dimension.
  7. Acho que todos concordam que o desfecho envolvendo Seika foi bastante decepcionante. Seika devia ser uma das personagens mais importantes da história de Saint Seiya. Além do seu misterioso desaparecimento, a irmã de Seiya foi a maior motivação para que o protagonista se tornasse um cavaleiro e seu paradeiro desconhecido é que dá o ponta pé inicial no enredo do mangá. Era de se esperar que Seika fosse desempenhar relevante papel no universo da obra e seu mistério tivesse uma revelação impactante. Assim, pensei numa hipótese mirabolante: e se Seika fosse a hospedeira
  8. Gosto do início de Saint Seiya. O primeiro volume traz uma boa apresentação não apenas do protagonista, como também do universo dos cavaleiros em geral. Aprendemos sobre o cosmo, as armaduras, os treinamentos e a motivação principal de Seiya em se tornar um cavaleiro. O ritmo também é mais cadenciado. Embora o primeiro arco seja um torneio, tem bastante diálogo entre os personagens e aos poucos o relacionamento entre Seiya e os outros vai sendo construída. Tem uns momentos muito legais envolvendo Shiryu, como Seiya salvando sua vida, Seiya e Shun o visitando no hospital, a jornada
  9. Se considerarmos que Shaka vs Tríade começa quando Saga bloqueia o Tenkuuhaja Chimimoryo, a luta no mangá dura quase 90 páginas. Ikki e os outros vs Shaka tem o mesmo número de páginas também. Ocorre que o anime clássico adaptou Bronzeados vs Shaka em três episódios, ao passo que Shaka vs Tríade nos OVAS tem pouco mais de um episódio e meio (começa no finalzinho do episódio 08 e termina na metade do episódio 10). Se seguíssemos o padrão de duração do anime clássico, Shaka vs Tríade foi cortada pela metade nos OVAS. Como os OVAS não enrolam tanto, então a adaptação foi c
  10. Não dá para enxergar quase nada, mas parece que o personagem misterioso está usando capa. Como Kurumada aboliu as capas dos cavaleiros de ouro, então deve ser algum guerreiro de um novo exército.
  11. Visto. Para quem gostou deste episódio, não recomendo o que o GFernandes fez, que decidiu conferir este confronto no anime clássico. A adaptação desta luta em KOTZ EMPALIDECE em comparação com Hyoga vs Camus da década de 80. O motivo? Seiji Yokoyama, não preciso dizer mais nada. Mas deixemos a trilha sonora de lado um pouco e vamos comentar sobre outros aspectos do episódio. Diferente das lutas em Escorpião e Capricórnio, aqui o ritmo foi acertado, tomando como base o próprio anime clássico (que também adaptou o combate em um episódio apenas). Felizment
  12. Que nada, os fãs já estão anestesiados com essa série. Nada mais os abala.
  13. Pior que tem uma explicação (e não tem nada a ver com o que o Cesare disse). Eu revi o episódio 07 e, quando os soldados tentam matar Athena, o corpo dela produz um cosmo que os repele. Não sei se teria a mesma eficácia contra um cavaleiro de ouro (provavelmente sim, se for como o campo de força projetado no Yomotsu do episódio 03), mas já não posso alegar que Saori está indefesa. ____________________________________________________________ Respondendo o Aranha Chique, concordo com seus apontamentos. Na verdade, o fã de Saint Seiya não liga muito para a ausência de
  14. Mais fácil ainda era a Armadura de Gêmeos descer até onde está Saori e terminar o serviço, já que as casas de Áries e Touro estão desprotegidas.
  15. Opinião talvez um pouco impopular, mas eu prefiro esta versão da armadura de Capricórnio. O elmo é bem mais característico da constelação e traz maior identidade à armadura, além do que os chifres não combinam com o elmo em formato de tiara. E também prefiro as ombreiras do anime, até porque as armaduras de Touro e Escorpião já têm os adereços pontiagudos. Mas Shura viu o Cólera do Dragão antes. Shiryu usa o golpe logo no início e Shura se defende com as Pedras Saltitantes. No mais, concordo com você. Tinha até esquecido dos efeitos toscos da Excal
  16. Episódio visto. Sentem que lá vem textão. A luta é exatamente como no mangá, então quem é rigoroso com a fidelidade da animação face à obra original não tem do quê se queixar. Ocorre que eu vislumbro neste e em outros episódios alguns problemas de adaptação. O ritmo dos episódios é muito corrido. Percebam como os diálogos sucedem um ao outro sem nenhuma pausa, e o mesmo vale para os momentos de ação. O telespectador não consegue nem processar direito o que está sendo dialogado e isso tira a imersão e a dramaticidade que a animação deveria imprimir. Quem cresceu aco
  17. Kurumada precisa ainda desenvolver e concluir a história de Tohma e sua relação com Marin.
  18. Embora a luta seja curta, o anime de KOTZ tem o hábito de acelerar o ritmo das cenas e diálogos para economizar tempo de tela. Daí a sensação da luta ter sido apressada. E removeram o flashback de Hyoga e Camus. Não sei se já apareceu em outro episódio ou se vão guardar para a luta na Casa de Aquário.
  19. Não é a mesma coisa. Você está citando alterações feitas durante o desenvolvimento do mangá, das quais algumas sequer devem ter chegado até o produto final. Fora que algumas mudanças podem ter decorrido de sugestão editorial. O Murata de One Punch Man vai muito além. Ás vezes ele simplesmente substitui um capítulo inteiro por outro. E nem precisamos ir muito longe. O Suda ouve o feedback dos fãs em Rerise of Poseidon e vez ou outra muda alguma coisa ou publica uma nota-resposta.
  20. A FE de Saint Seiya não se limita aos capítulos novos (que devem constar em no máximo três volumes de um total de vinte). Kurumada está alterando os diálogos e eventos da história.
  21. Entendo o aspecto mercadológico, mas não foi nesse sentido que direcionei minha crítica. Embora não me agrade explorar indefinidamente a mesma história ao invés de criar um novo produto, até aí consigo relevar porque, como você mesmo disse, os próprios fãs não conseguem se desgarrar de "Seiya e os outros, 12 casas, cavaleiros de ouro etc". O problema é que Kurumada quer mexer no "código-fonte" de Saint Seiya e isso eu não me conformo. Há maneiras mais inteligentes de lucrar em cima da obra sem profanar o material original. A Final Edition poderia, por exemplo, ser um relançame
  22. Concordo com o Ares Saga e a LGG. Kurumada nunca devia ter retomado o mangá (e muito menos alterar o que já havia sido concluído há 30 anos). Porém, não me incomodo com Saint Seiya continuar sendo desenvolvido por outros autores com os spin-offs. Embora eu considere como canônico somente o material original publicado até 1991, sinto um enorme desconforto com as modificações trazidas pela Final Edition e principalmente com os gaidens. Da Toei eu espero qualquer coisa, mas nunca imaginei que o próprio Kurumada prostituiria sua obra-prima. Deixem o mangá clássico descansa
  23. Akira Toriyama, autor de "Dragon Ball", morre aos 68 anos (matéria da colunista Laura Gasseruto): https://www.jbox.com.br/2024/03/08/akira-toriyama-autor-de-dragon-ball-morre-aos-68-anos/ Depois de perdemos Miura há alguns anos, somos baqueados com o falecimento do gigante Toriyama. Fica aqui meus sentimentos e grande admiração pelo o que este mangaká representou para a cultura japonesa e para o entretenimento global.
  24. Mas tudo o que Kurumada vem fazendo desde 2006 é andar na marcha ré. Todas as suas histórias publicadas contam eventos do passado da história original (ND, EPZ, Origins e Destiny). Perder tempo trabalhando na Final Edition (a MESMA história de trinta anos atrás) só realça que o autor nunca avançou com Saint Seiya.
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