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Leandro Maciel Bacelar

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Tudo que Leandro Maciel Bacelar postou

  1. Olá, Davi. Agradeço as gentis palavras, mas creio que as Crônicas não estão a altura das mesmas e nem de tornar um "manga" de Saint Seiya. Contudo, faço o meu melhor e isso me deixa mais que satisfeito. Novamente você, creio eu, está sendo muito exagerado com as palavras. Que bom que gostou e como acompanho de perto o seu trabalho estarei ainda mais atento a ele a partir de agora para ver essa inserção de Asgard no universo de sua fic. Esteja a vontade, Davi.
  2. Aviso aos leitores Com a sexta parte do Capítulo Nove postada, encerro por aqui os trabalhos envolvendo as Crônicas de Athena neste ano. Por enquanto, a história ficará suspensa e regressará em Fevereiro do ano vindouro de 2014 onde pretendo encerrar com o Livro Um e começar alguns Gaidens. O motivo deste hiato é que entro de férias das minhas funções profissionais no final de Dezembro e retorno apenas na data já citada (Fevereiro). Com o corre-corre de fim de ano, e enquanto estiver de férias, pretendo me manter afastado de computadores e Internet já que lido com isso o ano todo, além
  3. Capítulo bastante interessante, Degel... e forte (a cena com o Lycan estripando a pobre moça ficou gravado em minha mente de uma forma muito desagradável)... Entre tantas coisas positivas no capítulo... destaco a maneira como sua escrita fluída nos proporcionou uma boa perspectiva com relação ao que possivelmente ainda virá... Albarashe definitivamente mostrou a que veio e tanto seu poder como liderança ficaram notórios e bem elaborados, parabéns. A parte humana dos personagens mais uma vez foram bem exploradas e as cenas com Emi (aliás, o poder oculto dela deu medo) e Adamanto atestam i
  4. Mark... Que capítulo interessante... E o quão habilidoso é você em transformar um problema (o excesso de personagens) em um dos pontos altos da história já que nesse tivemos muitos núcleos de ação e cada um foi desenvolvido com maestria, sem que você se perdesse ou a história se tornasse confusa. Realmente meus parabéns por tamanho talento e esforço. O destaque não poderia deixar de ser o Berserker e sua lâmina... Fiquei intrigado por saber como uma arma dessas foi parar em suas mãos. Outros, como Shun também marcaram o capítulo... Sua ação de se colocar a frente do Cavaleiro de Ou
  5. Apesar de ler nem com tanta empolgação assim por se tratar de um capítulo com o foco no arco envolvendo o Pégaso, e o autor me desculpe por essa sinceridade, confesso que até gostei, em principal por Sora ter tido o destaque. Mas quem roubou a cena mesmo foi Heze. A cena com ele acorrentado me lembrou muito Prometeu no Cáucaso. Aliás, a descrição envolvendo Delfos esteve magnífica assim como as expressões dos personagens. Nem deveria estar elogiando mais isso e me desculpe se estou sendo repetitivo, mas é que você faz tal coisa de forma tão fantástica que não tem como elogiar. No mais
  6. Bom, Fernando a cá estou para comentar seu mais novo capítulo que por sinal esteve muito bom... as participações do Pégaso e do Loki foi o que de melhor aconteceu e foi apresentado. Falando do Pégaso... sua rápida batalha com Radamanthys (sei que na fic está Radamanto, mas prefiro o nome assim) esteve muito interessante e aquela cena dos meteoritos foi demais. Outra coisa bem legal foi o aproveitamento da Hiperdimensão e a aparição dos outros Kyotos e da Masei de Benu. Apenas quero lhe chamar a atenção para os diálogos que podiam ser um pouco melhores e as descrições dos personagens
  7. A história vem melhorando a cada novo capítulo, Perseu... Destaco o Cavaleiro de Prata de Triângulo e sua excepcional técnica defensiva MURALHA DOS TRÊS MUNDOS e novamente o Pégaso. Só teve uma parte que me fez achar graça pela incoerência: — Você que vai aprender a ficar calado Foluke de Baugi o Jötun... Não é essa sua nomenclatura? – Interrogava ironicamente Pegasus. — Como... Fe... — Fique calado – Pégasus interrompe o Held dando um passo a frente — Espírito de Pégaso! Tipo, o Pégaso pede para o cara ficar quieto e depois emenda uma pergunta... daí o cara abre a boca para respond
  8. Lhe dou as boas vindas ao Fórum e para um primeiro capítulo esteve excelente. Apenas acho que o texto merecia uma formatação melhor, no entanto, isso em nada ofuscou o brilho da obra. O clima descontraído e as boas tiradas me renderam momentos divertidos durante a leitura. A química entre Hyperion, Gallia, Titan e Aegeon saltaram aos olhos. Parabéns e já no aguardo do próximo.
  9. Eu disse que viria...rs Entendo... e acho que disso todos que se metem a escrever sofre. Acredito que não seja só eu, mas muitos outros aqui no Fórum ficarão aguardando o seu retorno, só vê se não faz a gente esperar tanto...rs Nem se preocupa com isso. Leia quando der e comente apenas se sentir vontade. Outro.
  10. Estamos na área, Everton... Bom, sinceramente não gostei do capítulo... A parte técnica que endossa seu talento, esforço e qualidade estavam lá como sempre e nessa parte o capítulo manteve o alto nível, contudo, do ponto de vista pessoal, não me agradou... Achei que as técnicas mostradas para o acervo do Cavaleiro de Ouro de Peixes soaram meio que forçadas já que deixaram a pergunta do porque não tê-las usado antes quando estivera mais acuado?! Outro ponto indesejável foi Perséfone... Até entendo o que deseja passar com ela, mas na minha insuportável opinião, não vem conseguindo. E
  11. Então, Perseu... muito boa mesmo a qualidade deste dois últimos capítulos. Tanto o núcleo com os Cavaleiros como os dos Helds foram bem explorados e rendeu ótimas cenas, algumas até marcantes. Seu Pégaso foi o que mais me surpreendeu... nem tanto pelo nome (que a propósito não gostei), mas de seus maneirismos e forma de se impor. Só achei que pelas descrições de seu poder, esperava dele ataques flamejantes. Um coisa engraçada que me vem agora na cabeça é que a pouco li uma outra história com um Pégaso soberbo, e não me lembro de ler/encontrar em duas fics dois Cavaleiros dessa constelaçã
  12. Meus cumprimentos ao autor... Mesmo não significando muita coisa (falo de minha presença aqui), queria frisar que esse fato se deve ao Gustavo Fernandes que foi quem promoveu esta fic no shout no momento que por lá eu estava. Diga-se de passagem, achei muito louvável da parte dele fazer isso e não sei as razões que o motivaram a fazê-lo, tal coisa nem tem tanta relevância assim, pois seja lá qual foi o motivo, o ato em si é mais que louvável e merece nota. Bom, vamos à história em questão: Gostei da pequena introdução e da descrição breve dos cinco guerreiros. Cada um deles fora bem d
  13. Bom, Gesso... vamos lá... primeiramente ficou razoavelmente interessante a aparência que deu para o seu texto, só acho que também deveria haver espaço de linhas entre os diálogos, contudo, é mais como uma opinião pessoal minha e nada interferiu (ou interfere) na qualidade do seu trabalho. Sobre a história... achei estranho Poseídon se libertar tão cedo do selo de Athena que o aprisionava, já que a clausura gira em torno de algumas centenas de anos, espero que esteja atento a isso e trabalhe melhor esse ponto ao longo da trama, tornando os fatos em torno disso ao menos um pouco plausíve
  14. Bom, Kagaho... Queria acima de tudo te parabenizar pelo trabalho e esforço. Sua escrita é de alto nível, assim como sua maneira de contar e conduzir uma história. De fato, é surpreendente como este Fórum consegue reunir tantos talentos. Confesso que o clima opressivo, e todo o ambiente acerca das crianças e o sofrimento que as permeia e daqueles que a cerca, me deixaram um tanto desconfortável ao ler; sem falar que às vezes você exagera tanto na dose de suspense (entenda o capítulo dois) que chega a ser enervante para quem esta lendo (antes que me entenda mal, deixe me dizer que tudo isso
  15. Confesso que esperava um pouco mais do capítulo, Degel... em principal, pela ótima qualidade do anterior e pelo próprio título que despertou em mim grande expectativa. Em contrapartida, se faltou ação, sobrou no quesito desenvolvimento. Emi, Lin e Leander... sempre interessantes em suas participações... Selene também esteve ótima. Novos personagens como o mestre de Aioros e o Cavaleiro de Prata de Cães de Caça (que nome foi esse que criou para ele?!) também merecerão notas pelas suas aparições. O mesmo vale para a aventura que se iniciou no passado... as tiradas de Plêiades estiv
  16. Capítulo curto, mas movimentado Mark. Gosto da maneira como conduz a história, há uma certa objetividade e lucidez que me agrada e ao mesmo tempo conforta, é tipo, como se você passasse a mim, seu leitor, a confiança que tudo transcorrerá bem mesmo que haja percalços. E por falar em percalços... O grande problema da trama, e talvez seu maior desafio, há meu ver, seria o excesso de personagens, e olha que você tem acrescentado mais (rsrsrs), o que irremediável acaba prejudicando o desempenho e o desenvolvimento desse ou daquele. Bom... Como disse anteriormente, você passa confiança co
  17. Mesmo com o fim prematuro da obra (o que achei lamentável, diga-se de passagem), eu já vinha a lendo há algum tempo e dessa forma a cá estou para redigir essas palavras em relação a está: O começo, entenda-se o primeiro capítulo, encontramos alguns pequenos inconvenientes em relação à parte técnica textual e a formatação das palavras, contudo, isso melhora consideravelmente nos próximos, e estou citando isso apenas porque notei tal evolução e a achei digna de nota e elogiável. A ligação dos nomes dos personagens com os de célebres Skatistas como Bob Burnquist e Tony Hawk também não passou
  18. Satisfação, Yato. É um privilégio vê-lo por aqui depois de um tempo. Que tal começar do início, seria uma boa (rs)... Fico honrado por suas palavras e reconhecimento, Yato. Elas são indicadores positivos de um "estilo" particular meu na condução desse trabalho. Aqui endereço seus elogios a quem é de direito, ou seja, a escritora Anne Rice que com suas obras me mostrou do que se é feito um personagem de verdade. Não tinha me dado conta disso, Yato e lhe agradeço pelas palavras, apesar de que isso de "empenhar demais" é um traço irremediável da minha personalidade que acaba
  19. Creio eu que nem preciso dizer o quanto este capítulo esteve movimentado, caro Degel... Os desafios dos aspirantes pelas armaduras me impressionaram bastante. Combates ágeis e sem delongas, repletos de boas ações e falas bem colocadas. Enfim, meus parabéns por ter trabalhado tantas lutas numa sequência sem fazer com que nenhuma delas soasse monótona ou mesmo ruim. Feito esse mais que admirável e elogiável. Confesso que assustei um pouco com Shun. A maneira como ele agia com frieza, em principal quando falou do sacrifício pela armadura de Andrômeda meio que me foi um choque. Daí então eu p
  20. A história tem diversos pontos interessantes, Yato... O seu embasamento histórico, creio eu, é o melhor deles e claro, a leveza tão característica de sua boa escrita. Gostei muito, mas muito mesmo, da participação do Ichi, mais até que a do Jabu no outro Gaiden. Apenas não foi de meu agrado e me soou estranho você colocar Athena como tendo um filho, contudo, é mais como uma opinião pessoal e nada compromete a beleza de sua obra. Abraços.
  21. Pude acompanhar os quatro capítulos da História Dois, Yato e o mesmo ritmo leve, quase descontraído, de sua escrita que permeio a História Um também pode ser sentida neste por mim. Contudo, fiquei com a impressão que os personagens ficaram mais “rasos”, algo que me decepcionou um pouco, já que esperava muito do próprio Jabu, de Sara e da Hunter de Barionix. Abraços e prossiga, por favor, com a história.
  22. Mark... não nutro qualquer simpatia pelo Prólogo do Céu e nem por Next Dimension por eles trazerem um Seiya vivo quando este claramente pereceu no Elíseos ao ter seu coração transpassado pela espada de Hades... e como sua história parte dessa mesma errática, isso na minha insuportável opinião, confesso que não leria, mas aquilo que acompanhei com Andrômeda naquela sua fic para o torneio foi mais que decisivo para minha presença aqui. Li os capítulos postados até então e confesso que mesmo para os seus elevados padrões de escrita, a qualidade ficou acima do esperado. Genial, simplesment
  23. Perseu... eu não disse que os arcos eram soltos, mas que tinham passado essa impressão pela maneira como foram trabalhados, tipo... eles, em principal os ultimos dois arcos, foram inseridos tão de "supetão" na história que deixaram nós leitores, entenda-se eu, sem compreender bem a razão deles estarem ali. Enfim...rs só foi uma observação mesmo.
  24. Entendi, Mark... Certo... e só para frisar, o "lance" de gostar ou não é bem pessoal e eu mais do que ninguém sei muito bem disso, e claro, respeito. No papel de quem conduz essa história, sei que agradar a todos é impossível, mas uma das minhas preocupações e algo que não permito de jeito nenhum é que algo na história se apresente sem devida coerência. Sou implacável com tal coisa. Agradeço uma vez mais a opinião sincera e o trabalho de estar aqui comentando e espero de coração que os capítulos vindouros possam, senão aplacar, pelo menos atenuar a má impressão deixada por este. Abr
  25. Satisfação, Perseu... Olha, posso dizer que achei esse capítulo muito bom, em principal as descrições do cenário onde destaco as dos “domínios de Gerda”. Contudo, as descrições dos personagens e suas motivações destoaram das dos cenários por não terem o mesmo brilho, além do uso de palavras como “pulam de alegria” (que poderiam, a propósito, terem sido substituídas sem perda por “eufóricos” ou até mesmo “jubilosos”) terem soado um tanto estranhas e incomoda aos ouvidos (aos meus pelo menos). Outra observação que acho pungente da minha parte lhe fazer: Não confunda textos curtos com din
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