Gostei desse capítulo.
Saito e Ueda se mostraram atentos a alguns detalhes e trouxeram explicações mais claras sobre os rumos que pretendem conduzir a trama.
Particularmente preferia que Yaldabaoth não fosse usado como pseudônimo de Demiurgo, por mera padronização de nomenclaturas.
Desde o início deveria ser usado Demiurgo, como vinha sendo até então. Por outro lado, espero que a teoria da Fáh se confirme e, da mesma forma que Seirim são treze bruxas, Shedim tenha treze espadas e os outros Palhaços tenham treze de seus atributos principais, em referência ao naipe de baralhos