Isso! Um roteiro de um filme com o linguajar do mangá.
Mais uma vez a série fica com um puta potencial, mas patina na mesmice. O bom de tudo é que os personagens aqui mostram uma certa evolução e amadurecimento, com o histórico de baralhas que já tiveram.
O desfecho com Astrea é bem Ex Machina mesmo: ela quer Pégaso ao seu lado, como não tem, decide destruir tudo. Não sei se tinha outra possibilidade ou se ela poderá ser usada num futuro da franquia, mas que a ideia da Tribo de Ouro e de uma deusa da Terra original soa bem promissor, não tenho dúvidas.
A narrativa é okadiana, mas sem