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Os Cavaleiros do Zodiaco: A Guerra de Ares.


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16 respostas neste tópico
Olá pessoal!

Não sou um grande escritor de fic' mas sou muito apaixonado por Saynt Seiya, e por isso resolvi escrever uma fic sobre o assunto retratando acontecmentos de uma antiga Guerra Santa.
Usando a idéia do Hipermito escrevi A Guerra de Ares.

Ela usa mais o mangá como base, por isso tenho como uma meta evitar incoerências com essa obra, o que não quer dizer que alguns assuntos abordados não possam ir contra o anime e outras obras sobre Saynt Seiya.

Também gosto de pensar nas coisas que não foram explicadas ou qu dão margem para usarmos com maior propriedade.
Para aqueles que já leram notem que há uma modificação no cap 1.

Um abraço a todos e espero que gostem.

Os Cavaleiros do Zodíaco:
A Guerra de Ares.



Volume:1

Indice:

Capitulo 1: Aquela Que Carrega o Destino Dos Homens.

Capitulo 2: Aqueles a Quem Chamamos de Deuses!

Capítulo 3: Mostre o Verdadeiro Poder.

Capítulo 4: Coma de Berenice.

Capítulo 5: Em Busca do Ferreiro Lendário

Capítulo 6: Volte novamente.

The Lost Story – A História Perdida - Capítulo 1: O Pesadelo de Saga.


Editado por Iori de Libra, 27/10/2008 - 17:08.

Postado 22/10/2008 - 16:05


Os Cavaleiros do Zodíaco:
A Guerra de Ares.



A guerra contra Ares, o Deus da Guerra foi a mais cruel e violenta das Guerras Santas.
O chão tingiu-se de vermelho e em todo canto ecoava o som de gritos e desespero.
Os exércitos de Ares se estendiam além do horizonte.
Seu número era incalculável.
Nunca houve nada igual.
Ao marchar o chão tremia e as montanhas se curvavam diante da fúria dos crueis soldados.
Nada podia dete-los.
Mas, valorosos e corajosos guerreiros deram suas vidas em nome da justiça e de um futuro melhor.
Esses guerreiros eram os Cavaleiros de Atena!



Capitulo 1: Aquela que carrega o destino dos homens.



Há muito tempo atrás! Bem antes de Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki... Um deus maligno voltou seus olhos cobiçosos para a Terra! Para isso os bravos guerreiros de Atena se ergueiram mais uma vez para enfrentar o mal e salvar a humanidade.
Algum tempo após a Guerra das Termópilas!



Imponente, um homem se ergue diante do mundo trajado com sua diabólica armadura vermelha...
O céu e a chuva que cai são vermelhos e possuem um cheiro pútrido de morte. Tudo ao redor é destruição e morte. As moscas rodeiam os cadáveres dos soldados que lutaram por ideais contrários, mas ainda assim amparados pelos ideais dos deuses a quem devem reverencia.
Diante deste temível homem, não, do temível garoto, uma bela e jovem menina com seu peito traspassado por uma lança.

Este que está diante da garota não apresenta compaixão por ela. Ele é quem a feriu.
- Eu venci... Atena!
A menina tenta resistir ao seu ferimento mortal.
- Eu ainda não estou morta... Ares! Enquanto... Houver aqueles que lutam pela paz... Sempre haverá... Esperança!!!
- Esperança? Esse é o sentimento que as pessoas têm no momento de suas mortes? Um sentimento pobre e sem sentido! É por isso que é tão fraca... Atena?
- O amor... dos homens fortalece... até os deuses!
- Se é assim? Por que está à beira da morte?
Ares retira sua lança do peito de Atena, e a crava no chão.
- Me intriga... Como Poseidon e Hades, considerados a altura de nosso grande pai, puderam ser derrotados por uma “deusa caída” como você? Uma deusa inútil, que acredita no amor dos homens. Uma nova era começa agora. Uma era onde o verdadeiro Deus da Guerra irá reinar. Hoje é o dia de Ares!
O jovem pega sua espada e desfere um golpe no pescoço da jovem com extrema frieza.
- Este é o fim da esperança! O começo do meu reinado sobre a terra!


Quatorze anos antes.

Encosta do Santuário.

- Ten... tenho... que alcançar! Tenho que... conseguir... chegar... até... o... Santuário! Não importa... o que aconteça... eu chegarei... a até... a estátua!

Estas palavras são proferidas por uma mulher que tenta escalar a encosta do Santuário.
É impossível chegar ao Santuário. E essa missão se torta ainda mais impossível por uma mulher grávida.

Ela se agarra nas pedras com sua imensa força de vontade e determinação. Mas o destino é cruel, e ao seguram em uma pedra que se desfaz... Ela é arremessada ao esquecimento.

Salão do Grande Mestre.

- Vossa Excelência! O Cavaleiro de Prata, Celeos de Auriga deseja vê-lo!

- Deixe-o entrar soldado! – Ordena o soberano do Santuário.

O Cavaleiro de Prata entra nos aposentos do Mestre carregando uma mulher nos braços.

- Responda-me cavaleiro da constelação de Auriga! Quem é esta mulher?

- Ela é uma das habitastes da vila de Rodório! Ela foi salva por Andrômeda.

O Grande Mestre mostrasse um pouco impaciente:

- Mas por que você a trouxe aqui?

- Ela tentou invadir o Santuário pela sua encosta...

O Mestre o interrompe.

- O que? Invadir o Santuário? E pela lateral? O Cosmo de Atena cerca e sela o Santuário. É impossível de invadir!

- Parece estranho, mas é isso mesmo meu senhor. Ela tentou escalar, mas escorregou e caiu. Andrômeda foi guiado pela sua corrente até o local e por sorte chegou a tempo de salva-la.

O Mestre do Santuário se cala por um instante.

Com uma voz mais branda ele pergunta:

- Tem alguma idéia do que ela estava tentando fazer? Por que... a trouxe até mim?

- Não sei porque, mas... ela desejava... encontrar Atena.

- Encontrar Atena?

Ele olha nos olhos do Cavaleiro de Prata.

- Você não deveria ter trazido ela aqui.

- Não sei por que, mas... algo me forçou. E senti pena dessa mulher e... decidi fazer seu ultimo desejo!

- Mas como? Apesar de ser um ato nobre, Atena só renascerá daqui cem anos!

- Queria leva-l até a estátua de nossa deusa. Para que ela pudesse admira-la côo uma despedida do mundo. Ela está... morrendo!

O Mestre mostra-se um pouco indignado com a atitude de Celeos. Mas seu coração é puro e generoso e ele decide conceder o desejo do cavaleiro:

- Está bem! Leve-a para junto da estátua.

Celeos sorri, em quanto acaricia o rosto da bela jovem. Ele a carrega até o pedestal de Atena. Ele a coloca no chão cuidadosamente.

A mulher desperta. Dá um longo e esforçado suspiro:

- Aqui estamos...! Finalmente você verá esse belo mundo de luz. O Homem... sofre... se entristece e chora...! Mas... também... ama... e sorri...

A mulher começa a se contrair, sentindo as dores do parto.

A criança que até aquele momento não se manifestara, agora tem pressa para nascer.
O parto é rápido. Feito pelas mãos do cavaleiro de Auriga, que corta o cordão umbilical com seu disco de prata.

O Grande Mestre assiste a tudo. Calado!
Celeos segura a pequena criança e sorri dizendo:

- É uma linda menina!

A mãe da pobre criança não pode ouvi-lo. Ela não poderá carregar sua filha. Ela está morta!
O velho Mestre respira ofegante. Contrai os dedos com toda a força. Ele treme!

- Não! Isso não!

- Mestre! O que foi? Por que você está assim? O que foi que aconteceu?

Um pequeno garoto observa a cena calado. Ele estava escondido a atrás de uma das colunas que sustenta o teto do salão. Ele nunca viu aquele velho combatente tremer tanto. Ele está assustado com o que vê. “Vovô!”

Por que o nascimento de uma inocente criança abalaria aquele que governa o Santuário?
O maior dos Oitenta e Oito Cavaleiros, perturbado com a presença de uma frágil e inofensiva criança?

Editado por Iori de Libra, 22/10/2008 - 16:15.

Postado 22/10/2008 - 16:10


  • Interesses:Fanfics, conversas interessantes e bons momentos
Bem, estamos diante de uma fic excelente.

Recomendo com certeza :P

Parabens, Iori.

Postado 22/10/2008 - 19:45


Muito obrigado Senpai! Valeu! Gostou do novo começo com a aprição de Ares em vez dos cav's de bronze lutando contra os Berserkers?

Gostaria de comparar uma questão da sua fic com a minha, não pense besteira sobre mim, mas antes de ter lido a sua eu já tinha inventado um cara (o do meu nick) que lembra muito o Mohri.
Até a história (tem um lance de armadura no rio, mas é mais estranha e pode assustar) é parecedi tirando o mestre gente boa, pois o do Iori é uma peste! :P Espero que as pessoatenham ódio do mestre do Iori. Quem sabe até não seja um vilão?
Do tipo, se eu visse na rua, matava!

Espero que não pensem que é imitação do Mohri. Por Iori ser um personagem importante, e Mohri também, além de serem negros, africanos, terem uma vida dificil e serem poderosos, existe uma forma de dizermos que o Mohri (não sei se vai aparecer algo que possa desmentir isso) seja a reencarnação de Iori. Mohri é do signo de Libra por acaso?

Logo postarei mais. Até mais!

Boa leitura!

Postado 22/10/2008 - 20:48


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Ahhhhhhhhhh Iori! Você roubou minha idéia! UHAUHAUHAU!
Nossa, eu sempre imaginei a mãe de Atena! (O bebê é Atena, né?)
Eu iria escrever uma fanfic da mãe de Atena antes do bebe nascer sendo protegida pelos cavaleiros de inimigos que queriam matar Atena antes dela nascer. Ótima idéia.
To ansioso pela continuação. Li a fic do Hiyuuga depois li a sua e tenho que dizer que estão de parabens.
Estarei ansioso pela continuação. Manda ver.

Postado 23/10/2008 - 00:53


Ahhhhhhhhhh Iori! Você roubou minha idéia! UHAUHAUHAU!
Nossa, eu sempre imaginei a mãe de Atena! (O bebê é Atena, né?)
Eu iria escrever uma fanfic da mãe de Atena antes do bebe nascer sendo protegida pelos cavaleiros de inimigos que queriam matar Atena antes dela nascer. Ótima idéia.
To ansioso pela continuação. Li a fic do Hiyuuga depois li a sua e tenho que dizer que estão de parabens.
Estarei ansioso pela continuação. Manda ver.


Em 1º lugar: eu não roubo idéias eu as torno minhas!
Em 2º lugar: No volume 2 teremos mais informações sobre a menina e seu irmão Teseu e até uma luta entre Teseu e um Berserker. (sim é Atena)
Em 3º lugar: se lermos o volume 22 do mangá clássico na pag 41, Shion diz:

"Vocês devem saber que Atena voltou à Terra... Ao péde sua estátua no Santuário... Aós séculos de ausência. Ou seja ela recuperou sua forma humana."

Ao meu ver parece meio distante. Tenho a impresão de que Atena nã nasce, mas desce dos céus sob a forma de uma menina. No entanto eu escrevi que ela nasceu de uma mulher. O fato que eu usei na minha fic, seria uma opção de Atena que logo será dado o motivo (no volume 2 ou no 3).
Eu realmente acredito na versão de sem nascimento.
Temos que lembrar que Hades também é meio estranho, ele nasce como alma e depende de um outro corpo (BIZARRO). Qualquer um de nós poderia ser Hades e nós nem sabemos!
E deixando de lado estas classificações...
Obrigado por ler, e fico feliz que tenha gostado.
Espeo que tenha paciencia para me acompanhar, pois promete durar um tempinho. Vou começar o Cap 7 hoje, mas não prometo colocar o Cap 2 tão logo, pois se não alguns podem demorar muito.
As pessoas não morrem por causa dos caps semanais dos grandes mangás, por que morreriam pela minha fic? (zueira)

Falando em grandes mangás, e na sua citação de "apropriação de idéias", temos que ver que toda boa idéia ou história serve de inspiração por sua beleza, importancia,... (se alguém solber completar poste aí).

Abraços e muito obrigado!

Postado 23/10/2008 - 13:05


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Tenho que repetir que sua idéia da mulher gravida foi ótima. Sempre achei um ABSURDO pensar que Atena 'brota' na estatua. Eu imagino que ela tenha sim uma mãe normal, tanto que Atena vem como humana exatamente para ser 'como eles' e tudo mais. Então acho que o parto ocorre normal, como uma criança qualquer. Acho que Atena aparece para a mãe da criança dizendo que aquele bebe seria Atena e que após o nascimento a mãe teria que deixar a criança ir... Isso seria além de lindo, dramático demais. Melhor que a criança brotar do nada. Depois de nascer talvez Atena 'teletransporte' seu corpo para a estatua de Atena onde é cuidada pelo Grande Mestre.

Alias, não demore muito para postar os capitulos senão eu perco o tesão /evil hahaha Ai depois demora pra eu começar a ler a tals hahaaha Então, tipo pelo menos um capitulo por semana, ou dois tá ótimo.

Gostei do nome Teseu... Ele não é o Anjo, é? Quero ver também esse Berserker... Quero ver como vai criar os protetores de Ares... Estou ansioso!

Postado 24/10/2008 - 20:35


Hades nasce com a alma separada de um corpo, talves Atena caia dos céus. Ela saiu da cabeça de Zeus mesmo! :P
Mas é relamente interessante criar um nascimente para ela. Acompanhe os capítulos e verá a explicação! (na minha versão é claro).

Olha Mark, a questão dos cap's pode depender: tempo, imaginação, pesquisa, revisão... Por isso não posso te promoter uma periodicidade. Tem vezes que fico mais de uma semana (pergunte ao Hiyuuga), mas difilmente ficare mais de duas semanas. Tenho no momento 7 Caps prontos e dois em espera, sendo um deles um cap especial que pode ser que seja referente a outros aspectos CDZ fora da minha fic (Gerra de Ares). Esta parte da história pode ter ligações com o passado dos personagens (como viraram cavaleiros, etc), guerras antigas (essa pode ser algo legal), e cenas não mostradas no mangá classico (será que vamos descobrir se Afrodite é Gay? Será descobriremos que ele tina uma nomorada e que as mulheres não gostão dele por que ele parece uma mulher?) Zueira! :lol:

Onde eu citei o Teseu? Não me lembro!
Se ele é ou não o Anjo? Deixa eu ver! Hum!
Vai ter que descobrir por si só meu amigo! Hahaha!
Berserk? Logo logo teremos um! Tem um pouco de vida, dia-a-dia, apresentação dos personagens, antes das tão aguardadas lutas, mas até que é legal. Nesse aspecto é mais para Teshiori que para Kurumada. Ou talves um pouco do anime onde eles ficavam viajando, Atena tocava piano! (também não é muito por aí). Mas existe também a influencia de outras séries (mangás e animes) que me influenciam, como Nruto, Bleach e Ep G (lembrando que neste ultimo temos cenas do dia-a-dia de Aioria, tipo a lItos tomando banho com ele Hihihi), além é claro de Lost Canvas!

Eu iria postar mais para frente mas como você esta querendo ver eu vou postar o 2º.
Espero que goste!

E muito obrigado por voltar aqui Mark!
Um abraço!

Postado 25/10/2008 - 20:07


Dsculpe pelo post duplo mas é por uma quesão de estética da fic:

Os Cavaleiros do Zodíaco
A Guerra de Ares


Capitulo 2: Aqueles a Quem Chamamos de Deuses!



O Mestre se acalma. Vira-se de costas para Auriga.
Celeos o observa, ainda com a criança em seus braços. Ele não entende o que está acontecendo.

- O que foi? Diga Vossa Excelência! Por que o nascer desta menina o causou tanto espanto?

- Quem é esta menina, Celeos?

- Como assim Mestre? Não estou entendendo!

- Pelo visto realmente não entendeu!

Novamente Celeos observa seu mestre com desentendimento.
O Mestre cruza os braços por trás de seu corpo. Caminha pelo salão com a cabeça baixa enquanto fala. Celeos o acompanha com o olhar, sem perder um passo, um gesto.

- Que motivo levaria aquela mulher a invadir o Santuário? Ainda mais estando grávida?

Celeos não tem a resposta, tão pouco entende o discurso do Mestre. Ele tenta encontra-la mas não consegue. Responde algo, mas sem ter realmente idéia do que está falando.

- Ela queria... salvar a criança? Estava doente e queria salvar pelo menos a criança?

O Mestre vira-se, e com um ar imponente responde.

- Ela veio dar a luz! Sob o pedestal de Atena!

Os olhos voltam-se ao Grande Mestre, espantados. A notícia parece estranha. Por que ir tão longe apenas para isso?

- Por que Mestre? Por que ela viria aqui para dar a luz a esta menina?

O antigo cavaleiro responde como se fosse um profundo conhecedor de toda a verdade sublime da vida e sobre o nascimento daquela pobre menina.

- A cada duzentos ou trezentos anos... a Terra é ameaçada pelas forças do mal que querem domina-la. Contra a força dos deuses malignos que tentam a qualquer preço construir um Mundo de Ruínas e Caos, os humanos nada podem fazer. Nesses momentos a Deusa da Sabedoria e da Guerra, renasce sobe a forma humana, para guiar seus fieis cavaleiros à vitória.

O cavaleiro de prata se espanta.

- Quer dizer que essa garotinha é...

- Exatamente! Essa pequena criança que você carrega em seus braços é...
...Atena!!!

Os olhos do garotinho se arregalam. Em sua mente as duvidas ecoam. “Essa... menininha... é quem devemos proteger? Essa é Atena? Mas então...!”

- Se essa é Atena isso significa que...

- Infelizmente meu caro amigo! Uma nova Guerra Santa está para acontecer!

- MAS COMO? POSEIDON E HADES AINDA ESTÃO SELADOS!

O Mestre sorri e tenta controlar seu cavaleiro.

- Acalme-se! Quer alarmar os soldados? Veja como ela está assustada por causa de seus berros!

A menina chora assustada. Celeos tenta acalma-la, ninando-a.

- Calma meu bem! Está tudo bem agora! Shiiiiiii!!!!

A menina o olha com certa cisma, pelos gritos, mas logo se acalma e passa a puxar seus longos cabelos negros.

- Me desculpe Mestre! Eu cinto muito! Mas... Como pode ser então? Ela deveria renascer daqui uns cem anos! Ela não deveria ter vindo agora! É muito cedo para o selo perder sua força.

- Eu fui um dos poucos sobreviventes da Guerra Santa anterior. Lutei contra Hades e seus Espectros e derrotei Poseidon e seus Generais...

Na mente do Mestre aparece à imagem dos antigos cavaleiros... Nela estão três Cavaleiros de Ouro em pé no fundo, que usavam as armaduras de Sagitário, Peixes e Gêmeos, dois de Prata, Taça, a direita dos de Ouro, e Coroa Boreal à esquerda, o antigo Cavaleiro de Bronze de Dragão e um garoto sem armadura, ambos agachados na frente dos de Ouro. Não é possível ver seus rostos, que estão ocultos por sombras do esquecimento. O local é pouco descritível. Está tudo avermelhado pelo pôr-do-sol e a chuva cai lavando as almas dos vivos.

- Fazem cento nove anos que derrubamos Poseidon, três anos depois de Hades. E eu vivi todo esse tempo esperando o dia em que veria novamente meus antigos inimigos! Porem... Não tenho certeza se o dia está para chegar!

- Como assim Mestre? O senhor acredita que Atena não renasceu para enfrentar Poseidon ou Hades? Mas então quem será nosso inimigo?

- Eu não sei! Mas não vou ficar esperando sentado!

- Mas então...?

- “A roda do tempo começou a se mover!”

A menina continua a brincar com os cabelos de Celeos, ela não sabe de sua importância nem tem idéias de sua própria existência, é apenas uma pequena criança que acabara de nascer. Ao ver a paixão que ela demonstra por seu fiel escudeiro, o soberano senhor dos Cavaleiros abre um imenso sorriso.

- Parece que ela gostou de você! As crianças sempre gostam de você!

- Parece mesmo! – Diz maravilhado o notável herói.

- É... Acho que Teseu acaba de ganhar uma irmãzinha!

- Mas Mestre... Está dizendo que...

- Exatamente! De hoje em diante essa menina é sua filha!
O cavaleiro sorri! Ele olha para os belos olhos de sua garotinha.

- Você é a esperança da humanidade! Não se preocupe com nada... Estarei sempre ao seu lado! E seu irmãozinho também! Um dia ele será um dos mais fortes e fieis cavaleiros, que a protegerá! “As estrelas do céu a guiarão para a vitória”!

O Cavaleiro de prata está levando a menina para a vila de Rodório onde vive. O garotinho sai do local e volta para o templo de Atena, de forma a ocultar-se diante dos homens.
Antes que Celeos saia o Mestre diz:

- Você terá mais um objetivo além de criar esta menina. Você terá que torna-la capaz!

Celeos se mantêm calado e sai em direção as casas zodiacais.

- Celeos! Pode me fazer mais um favor?

O cavaleiro para na entrada do Salão, e sem se virar responde.

- Pode dizer meu senhor! Eu estou todo ouvidos.

- Convoque os Cavaleiros de Prata!

- Vai começar agora? Assim? Tão de repente?

- É bom sabermos dos acontecimentos antes deles acontecerem! Pode nos ajudar a vencer?
Celeos parece bem sério. Ele vira o rosto para o lado e olha para traz.

- Devo convocar... Jano também?

- Não! Não tem necessidade! Deixe-o para descansar! Não é algo para alguém como ele!

Ele parte em direção Rodório com a menina nos braços. Sem olhar para traz. Sem dizer nada.


Em algum outro lugar. Longe do Santuário.

Uma bela mulher segura em seus braços um pequeno menino de pouco tempo. Ela o acaricia docemente. A criança dorme profundamente em seu aconchegante colo.
Está sentada em um trono dourado, cravejado de brilhantes, demonstrando o poste de uma verdadeira rainha. O Sol entra por entre as colunas formosas que sustentam majestosamente o salão.
Um palácio. Cortinas azuis de pura ceda envolvem o locar de harmonia.

- Meu amado filho. Tu serás o soberano senhor de todo o mundo. O maior dos guerreiros. Tu voltaras com teu escudo e não sobre ele!


Em algum lugar do Egito. Sobre as areias escaldantes.

Dois homens encapuzados caminham pela areia escaldante do deserto do Saara. Para todos os lados... Areia! Parece que essa é a única verdade desse mundo em que caminham sob o Sol assolador.
Nenhuma forma viva. Apenas a imensidão vermelha.
Dentre eles, um traja-se se marrom enquanto o outro de preto. Aquele que está à direita, trajado de preto impacienta-se com seu companheiro:

- Viemos desde Carnak até esse lugar para só encontrarmos areia? Deve estar brincando comigo!
O estranho de manto marrom para ao pressentir algo inalcançável para as outras pessoa.

- É aqui! Chegamos.

- Tem certeza disso? Só vejo areia.

O homem a direita ironiza com seu ar maléfico:

- Hu hu hu hu! Não se preocupe Leônidas! É aqui! A questão é... Só por que seus olhos não podem ver... Não quer dizer que não exista! Você é jovem e tolo! Não poderia encontrar com por si só!

Ergue seus braços, abrindo-os em direção ao nada!

- Veja! Maravilhe-se com o que os deuses nos incumbiram!

Uma imagem distorcida aparece em pleno ar e começa a tomar forma. Uma cidade começa a aparecer diante dos dois, tornado o nada em monumento.

Postado 25/10/2008 - 20:15


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Será que esse monumento no deserto será o palacio de Ares? *o*
E quem é Jano? Fiquei curioso agora , você é ligeiro hahaha
Nossa, Celeos já é pai e cuidará de Atena? Nossa, fiquei pasmo :P Sempre imaginei o Grande Mestre cuindando de Atena e tals. Legal, talvez tenhamos uma Atena mais guerreira!

Bem, gostei bastante do capitulo. Sua fic e do Hiyuuga estão me dando vontade de retormar minha fic que eu nunca postei! :lol:

Postado 26/10/2008 - 01:22


O Mystic disse em outro forum que achou muito interessante esse papo de Cavaleiro Pai, e eu também gosto. Por ue não os cavaleiros não fazerem seus próprios cavaleiros? /evil
O Grande Mestre é um homem muito ocupado (apesar de ficar o dia inteiro dormindo no trono), alé de muito velho (127 anos não é mole).
Pretendo fazer uma ficha técnics dos primeiros personagens que aparecerão mais detalhados no volume 1 (ao termino do volume) e você verá que os cavaleiros até para serem pais são prematuros. :rox!:

Esse lugar aí? Não sei muito bem sobre ele não! (Hahaha!)
Jano? Quem é Jano que eu não sei? :lol: Ainda não fomos aresentados. :lol: Se eu falar dele será muito spoiler, mas eu posso te adiantar um pouo do cap 3:

Teremos a participação de um novo personagem, cujo nome é "Portadora da Vida" (mas é um Homem) :lol:
Por esse nome já dá para imaginar como ele é?

Obrigado por voltar e espero poder agrada-lo cada vez mais!
Vai em frente cara! Manda ver! Colocar nossas idéias em forma de palavras é maravilhoso. Escreva sim! E boa sorte!

E aqui está uma imagem spoiler feita por mim mesmo muito ruim!
Imagem Postada

Postado 26/10/2008 - 21:06


Os Cavaleiros do Zodiaco:
A Guerra de Ares.


Capítulo 3: Mostre o Verdadeiro Poder.

“Treze anos depois.

Coliseu - Santuário.

O Coliseu. Um local esplêndido, onde os mais fortes guerreiros se confrontam em busca do símbolo de que são verdadeiros servos da justiça, o sinal de que Cavaleiros a serviço de Athena, A Armadura Sagrada!
Este local revela-se como uma arena sagrada feita de pedra.

Dois jovens guerreiros lutam em busca de serem consagrados Cavaleiros. Ambos estão casados. A multidão os observa em cada movimento, em cada olhar. Nada parece fugir aqueles olhos atentos.
Alguns apenas observam. Outros cochicham sobre o combate como se apostassem em um ou em outro participante.

Dentre os espectadores estão alguns Cavaleiros trajando suas armaduras, pessoas comuns da vila de Rodório, aspirantes a Cavaleiro, e em um lugar mais privilegiado o Grande Mestre de seu fiel discípulo, Celeos de Auriga.

É uma final. Aquele que vencer será um novo Cavaleiro de Bronze.
O mais confiante parece ser o garoto de cabelos curtos e castanhos. Ele é mais musculoso e um pouco maior. Aparenta estar mais vigoroso que seu oponente, um garoto de cabelos loiros compridos, com um físico miais discreto.

O garoto loiro que parece mais cansado e ofegante parece estar mais na defensiva. Prova disso é que o outro garoto desferir socos em sua direção e esse apenas desvia ou bloqueia.
Em um destes ataques, o garoto de cabelos castanhos dá um chute em direção a cabeça do loiro que bloqueia. No entanto o atacante sorri. Dá um salto e um chute em direção ao loiro que tenta se defender em vão.

- CHOQUE ESMAGADOR!

O garoto loiro vai se defender com as mãos, mas algo o faz desistir. “-Isso é...! Isso é...!”
Todos ao redor param em por um segundo. Parece que o tempo deixou de existir.
O golpe o atinge em cheio e o arremessa no chão. Ele não se mexe. Fica imóvel, como se estivesse morrido.

“Aquilo era...! Aquilo era...!”

Celeos de Auriga se levanta. Pega uma urna de bronze e a ergue.

- O vencedor! E ganhador da Armadura de Bronze da Constelação de Dourado é TOOOOOOLS!!!

A platéia vibra com a vitória de Tols. Ele é aplaudido por centenas de pessoas. Ergue seus braços para agradecer.

O garoto loiro se levanta e caminha em direção à saída da arena. Existem outros jovens que assim como ele, vestem armadura de treino. Um homem parece aguardá-lo, este veste uma Armadura Sagrada. É o Cavaleiro de Prata de Baleia.

Deixando escapar algumas lagrimas o garoto desabafa:

- Mestre Hull... Perdoe-me! Eu o envergonhei! Era seu sonho me ver consagrado cavaleiro... e eu fui inútil!

O Cavaleiro de prata coloca a mão no rosto de seu discípulo e enxuga suas lagrimas sorrindo.

- Você é forte! Mesmo que não tenha conseguido a armadura... ainda assim você é forte! E eu sei disso. Mas... Venha comigo!

Hull se levanta. O jovem o acompanha. Eles caminham para longe do Coliseu, para ficarem sozinho.

- Ariet...! Me responda. Por que não bloqueou o ultimo ataque?

- Eu vi uma aura atrás de Tols! E tentei olhar para ter certeza do que era!

O mestre sorri.

- E o que era?

- Era a imagem do Dourado!

- Ha ha ha ha ha ha!

- Do que você está rindo mestre?

- A constelação do Dourado escolheu Tols e te deixou de lado? Que piada!

- QUE???

- Isso mesmo! As Armaduras de Atena possuem vida e também sentimentos. Uma armadura pode muito bem escolher o seu usuário. Elas escolhem aqueles que melhor as completam. Veja o caso de algumas armaduras! Touro por exemplo, é geralmente dotado de uma força inimaginável! Ele era o mais indicado para representar a constelação de Dourado. O Dourado é também um Cavaleiro que depende da força física para lutar. Diferente de você!

Ariet fica impressionado com a declaração de seu mestre.

- Ariet! Eu cometi um erro ao deixa-lo lutar pela posse da Armadura de Bronze! Não era seu estilo!

O jovem discípulo olha para o chão, como se questionasse a si próprio.

- Você e eu somos muito diferentes. Você parece ter um estilo muito distante do meu. Acho que não fui o mestre ideal para você. Minhas técnicas se baseiam em elevar a Cosmo Energia e com isso expandir minha força. Não sei direito do que você é capaz! Teria sido melhor se você fosse treinado por Andrômeda ou Cassiopéia, é bem mais o seu estilo!

- Está enganado mestre! – Diz confiante Ariet,- Você é o melhor mestre que eu poderia ter. Se não achei a verdade sobre meu poder é por que não fui forte o bastante!

- Obrigado! Mas... Realmente foi um erro deixa-lo disputar a Armadura de Dourado! Mas eu queria testá-lo! Quero saber do realmente é capaz! Eu ainda não vi sua técnica!

O Cavaleiro de Prata fica sério. Olha bem nos olhos de Ariet.

O vento sobra suave levando os cabelos loiros do garoto. As folhas das arvores ao redor brincam por entre os olhares que se cruzam.

- Por que conteve seu golpe?

- Como assim?

- Eu tenho certeza que você esconde algum poder oculto. Mas o que? ”

Ariet está deitado em um campo verde nos arredores do Santuário.

Os acontecimentos de alguns meses atrás ainda estão em sua mente.

“Por que ele está demorando tanto?” Questionasse, a espera de seu mestre no local marcado para o treino.

- Se está esperando pelo Cavaleiro de Baleia é melhor desistir... Ele não virá!

Ariet se levanta e vê um homem belíssimo, com feições femininas, olhos azuis, pele alva e cabelos prateados.

- Eu sou Guns! E vim mata-lo!

Ariet se enfurece.

- O que disse?

O homem joga no chão o elmo de Baleia.

- E fui o algoz de seu mestre! Aqui está a prova! Agora irei acabar com o legado dele!

“Esse cara... derrotou meu mestre mesmo ele sendo um Cavaleiro de Prata?”

- Eu vou fazer você pagar! Seu MISERÁVEL!!!

Ariet ataca seu oponente com toda sua fúria.

O golpe atinge o peito do inimigo, mas este se desfaz em inúmeras pétalas de rosas.

“Ele desapareceu? Será uma ilusão?”

- Você é muito lento!

A voz vem de trás de Ariet, que fica surpreso.

“Essa é a velocidade de um Cavaleiro de Prata! Quem é esse cara? Por que ele...”

- QUEM É VOCÊ MISERÁVEL??? Por que está aqui? Por que matou o meu mestre?

- Seu mestre destruiu o sonho do meu irmão! Hull o matou covardemente para roubar a Armadura de Baleia.

- ISSO É MENTIRA!!!

- Bem... Isso não vem mais ao caso! Eu já me vinguei! Agora basta acabar com o “sonho” dele... Você!

O inimigo ergue a mão e três rosas amarelam aparecem.

- MORRA! ROSA ASSASSINA!!!

As rosas são arremessadas em direção ao jovem discípulo de Hull que tenta vingar seu mestre.
Ariet começa a elevar sua Cosmo Energia ao máximo. Uma aura aparece ao seu redor. Ele ergue a mão com grande velocidade! As rosas são despedaçadas!
Guns fica furioso.

- Como... você? Seu...

Guns volta a sua pose serena. Ele faz aparecer um botão de rosa.

- Não pensei que teria que apelar para isso! Veja! Esse é o seu fim!

- O que?

- Quando essa rosa sair da minha mão... ela irá percorrer o espaço e atingir o seu peito! Ao atingi-lo ela vai desabrocha. Mas... Levará sua vida!

Ariet prepara seu ataque. Fios de cabelos dourados saem da ponta de seus dedos. O botão é atirado em direção a Ariet.

O botão percorre o ar enquanto os fios atingem o corpo do oponente.
O corpo de Guns esta envolvido pelos cabelos.
O ataque de Ariet parece não ter surtido efeito. Mas o botão atinge o corpo do garoto e se abre mostrando sua verdadeira forma. Uma rosa branca.

- Hum! Então esse é o seu golpe? Muito interessante!

Guns apenas com a força de seus músculos destrói os cabelos de dourados. Alguns arranhões nos seus braços causados pelo ataque derramam gotas de sangue.
O discípulo de Hull olha para a rosa. Ele está tremulo. Parece não ter mais forças.
Após se livrar da técnica o inimigo sorri e não mais demonstra hostilidade.

- Você tinha razão Hull! Ele possui talento!

- Que bom que gostou, meu amigo!

Ariet reconhece a voz que fala com Guns. Vira-se e se depara com seu mestre.

- Mes - tre?

Hull está de pé atrás de seu discípulo vestindo a Armadura de Baleia.

- Surpreso em me ver Ariet?

Postado 07/11/2008 - 15:25


Muito da hora :lol:

Postado 22/03/2009 - 19:16


Muito da hora :rox!:


Obrigado senhorita Mary! É um prazer te-la aqui!
Seja bem vinda!

GA (Guerra de Ares) está parada há um bom tempo! Idéias existem mas não gosto muito de como eu escrevo, mesmo assim vou tentar dar uma nova vida a ela.

Uma possível continuação...


A probabilidade da continuação de A Guerra de Ares existe. Porem ela exige o acerto de alguns detalhes e por isso não posso prometer nada.


Alguns termos:
Esclarecimentos e curiosidades:



“Pilar:

Um pilar é um elemento estrutural vertical usado normalmente para receber os esforços verticais de uma edificação e transferi-los para outros elementos, como as fundações. Costuma estar associado ao sistema laje-viga-pilar.”
Em CDZ:


Segundo a GA, pilar é um antigo título dado a um pequeno grupo de Cavaleiros de Atena.
Assim como um pilar serve para sustentar o teto de um templo, assim também os pilares têm por objetivo proteger o Grande Mestre o Santuário. Não se sabe ao certo se Pilares são apenas cavaleiros de Prata, mas esse é um fato que a GA pretende revelar.
Os Pilares muitas vezes assumem o papel de Senescal do Santuário. Acredita-se que eles tenhas funções diferenciadas, mas isso é realmente um mistério. Formam o conselho do Santuário. Possuem geralmente técnicas especiais que envolvam mais que força bruta e/ou destruição. Muitas vezes são dotados de técnicas mentais poderosas e um controle muito preciso do uso do cosmo.



“Senescal: (Servidor Principal)":

Um Senescal era um oficial nas casas de nobres importantes durante a Idade Média. No sistema administrativo francês medieval, o Senescal era também um oficial real, encarregado da aplicação da justiça e do controle da administração nas províncias do sul, equivalente ao '"bailio" do norte da França.

Existem registos da palavra em Inglês desde 1393, derivando, por via do Francês Arcaico "seneschal", do Latim Franco "siniscalcus", sendo que este termo tem a sua raiz nas palavras Proto-Germânicas "sini" (principal) e "skalk" (servidor).

O Senescal nas Casas Nobres
A função mais básica de um Senescal era a de supervisionar festas e cerimónias domésticas; neste particular, eram equivalentes aos reitores e mordomos. Por vezes, aos Senescais foram atribuidas responsabilidades adicionais, incluindo a administração da justiça e altos comandos militares. O termo é provavelmente de origem gótica. Durante o Sacro Império Romano este oficial tinna o título de "Truchsess" (do Germânico erudito arcaico "truhtsâzo", que deriva de "truth" ("sentado frente a").
O estudioso britânico H.S. Bennett descreveu o papel dos Senescais, dizendo que "o Senescal deve conhecer a dimensão e necessidades de cada Solar, quantos acres devem ser lavrados e que quantidade de sementes será necessária. Deverá conhecer todos os seus Bailios e Xerifes, de que modo eles conduzem os negócios do seu Senhor e de que modo tratam os camponeses. Deve saber exatamente quantos pães de um "penny" (moeda inglesa) podem ser feitos de uma quarta de milho, quantas cabeças de gado suporta cada pasto. Deve estar constantemente alerta, não vá alguma propriedade do seu Senhor ruir ou ser usurpada por outros. Deve pensar nas necessidades do seu Senhor, tanto em dinheiro como em géneros, e providenciar para sejam constantemente supridas. Em suma, deve ser omnisciente e todo-poderoso".
O Senescal Administrativo em França
Durante o Antigo Regime no Sul da França, o "Sénéchal" ocupava a "sénéchaussée", e era o representante do Rei encarregado da aplicação da justiça e controlo da administração. No Norte da França, os termos aplicados eram respectivamente "bailli" e "bailliage". De acordo com o historiador Henry Hallam, o primeiro "sénéchaux" a assumir funções judiciais fê-lo através de um édito de Filipe II de França, em 1190, e “agiu como os tenentes do rei nos seus domínios”, ou como um tipo de embaixadore/ministro itinerante da Coroa.”
Em CDZ:


Senescal é o título dado aos cavaleiros que tem como função auxiliar o Grande Mestre a cuidar da parte politica e as vezes até militar do Santuário. São escolidos pelo próprio Grande Mestre detre os cavaleiros que demonstrem lealdade, sabedoria e compaixão.
Podem ser cavaleiros de Ouro, de Prata ou de Bronze desde que respeitados os recsitos necessarios. Cuidam da parte purocrática do Santuário: Atualização dos registros dos cavaleiros, contagem de armaduras que estão em posse do Santuário, listar os mortos e colocar-los em livro próprio, identificar as armaduras faltantes, anotar o achado de uma armadura, entre outros coisas. Exercem funções judiciais e determinar punições observadas as leis do Santuário.

A idéia surgiu através da fic do Hyuuga, onde Altar é chamado de Senescal.

Divisões dos Cavaleiros:

Os cavaleiros são classificados em três categorias em relação a poder e grau de capacidade:


Bronze: A infantaria do Santuário. A classe mais baixa e mais fraca detre os cavaleiros e também a mais numerosa. São geralmente usados em combates como foça militar de ataque.

Prata: O exercito oficial, ou ainda infantaria avançada. Formam a tropa principal de Atena. São responsaveis por executar a maior parte das missões do Santuário devido a seu imenso poder e velocidade. Também recebem a incumbencia de vigiar e defender o santuário.

Ouro: A força especial do Santuário. Usados em momentos criticos e/ou de estrema urgencia. São os mais fortes e mais velozes detre os cavaleiros. Dizem que seu poder é semelhandte ao dos deuses. As missões que os caaleiros de prata não podem executar são dadas a essa classe.

Divisões em realação a função: Categorias dos cavaleiros:

Senescal: (veja artigo principal)
São incubidos da parte burocrática do Santuário. Arquivamento e atualização de documentos do Santuário. Registrar a morte ou desligamento, assim como consagração de cavaleiros. Oferecer apoio administrativo ao Grande Mestre.

“Estameos a seu lado, ó Grande Mestre, para servi-lo em todos os momentos”

Infantaria: Cavaleiros que tem por objetivo o ataque e a defesa. Atacar os inimigos e defenter o Santuário de ameaças. São usados em batalhas capais. Baseiam-se principalemte na força física e em técnicas de destuição. Muitas vezes são guerreiros que agem antes de pensar, sem ter um plano ou informações sobre o inimigo ou sobre o local da batalha.

“Não importa qual seja a força do inimigo, nós sempre venceremos”

Sentinela:
São usados em missões especiais como por exemplo invasões de instalações inimigas ou mesmo se infiltrar dentro das próprias tropas para obter informações ou para destruilas por dentro. Suas tecnicas não são tão voltadas para a destruição. Costumam ser capazes de utilizar ataques psiquicos e possuem sabedoria e paciencia. Sempre pensam antes de agir. São abeis em manejar diversas situações para conseguir o melhor resultado.

“Pelo amor e pela justiça, superaremos qualquer desafio”

Idéia baseada, por incrivel que pareça, em Star Wars! A divisão dos Jedi!


No momento é só! Venho trarei novas deideiras! Não se importem muito com os nomes dos personagens, haverão algumas mudanças na história, mas as citarei devidademente. Acho que é só!

Obrigado!

Postado 30/04/2009 - 15:20


  • Interesses:Fanfics, conversas interessantes e bons momentos
Que bom que voltou, Iori-kun.

Seu texto descritivo para as funções do Santuário é digno de aplausos. Parabens.

Postado 01/05/2009 - 11:21


  • Interesses:Arqueologia CDZ
Adorei as definições detalhadas de modo a explorar esses termos no contexto CDZ.

Faça mais capítulos para eu ler.

Postado 01/05/2009 - 17:08


Contos de Um Velho Sábio!!!

Star Hill 2 ano antes da rebelião de Saga:


- O que acha Mu? Não é lindo? Podemos ver o mundo inteiro daqui!
- Mas... Mestre? Eu não deveria estar aqui!
- Não! Não mesmo! – O velho com o garoto no colo dá uma pausa – Este é um lugar imaculado... Aonde somente aqueles que receberam o título de mais honrado entre os homens, pode subir. Apenas os escolhidos por deus! No entanto eu lhe darei essa permissão – O velho carinhosamente para o menino – Mas só desta vez! Vai ser nosso segredinho!
- Mas? A Senhora Atena não vai ficar zangada, mestre? Pergunta inocentemente a criança.
- Ela sabe que não estamos aqui por um motivo leviano. Pelo contrário! Estamos aqui por uma boa causa.
- Boa causa?
- Sim, Mu! Eu te trouxe aqui para que você pudesse ver uma das maiores relíquias do Santuário. E para homenagear aqueles que serviram a nossa amada deusa em muitos e muitos combates.
As palavras do velho fazem os olhos curiosos do menino brilharem como se fosse feitos de ouro.
Aponta para a construção que se ergue em sua frente.
- Aqui estão enterrados alguns dos antigos Grandes Mestre. Aqui, espero ser enterrado!
Mu olha triste para seu mestre. Sabe que aquele que lhe ensinou tudo, já é velho e pode não resistir por muito tempo. Ele tem medo de ser deixado por quem ele mais ama.
- Este é o tesouro? – As palavras de Mu não parecem mais tão animadas. Ele sentiu um aperto no coração. Como se seu amado mestre em breve fosse deixa-lo.
- Não! É algo melhor!
O mestre caminha para a lateral do templo. Lá estão duas lápides. Ele aponta para a primeira, fazendo os olhos de seu discípulo acompanharem o movimento.
- Este é o túmulo do Soldado Desconhecido. Um antigo Grande Mestre o fez para homenagear todos aqueles que morreram defendendo a paz. Homens e mulheres que deram suas vidas em nome da justiça, do amor e de um futuro para as próximas gerações.
- Isso é lindo! - Sorri vivamente o jovem aprendiz.
- Mu! Somente os Grandes Mestre podem ser enterrados aqui! Porem! Este túmulo não é de um Grande Mestre.
- Não?
- Não! Ele nem mesmo era um Cavaleiro de Ouro.
- Não? Então quem era, mestre?
- Era um Cavaleiro de Prata! Reza a lenda que ele foi o melhor Cavaleiro de Prata de sua época e de todas as outras até mesmo da nossa!
Os olhos de mestre e discípulo se encontram por um instante.
- Ele lutou contra a injustiça, o desrespeito, a intolerância, o preconceito, e para que os homens pudessem viver juntos em harmonia! Dizem que quando ele morreu... Ele foi carregado nos ombros... Não apenas por seus companheiros, mas até por seus inimigos! Foi um dia triste. Mas foi um dia de glória! Um dia de Atena!


~ ~ Aqui Jaz o Soldado Desconhecido ~ ~
~ ~ Que Deus Olhe Por Sua Alma ~ ~
~ ~ E o Conceda o Paraíso ~ ~
~ ~ Ele Morreu Por Um Sonho ~ ~
~ ~ Mas Seu Ideal ~ ~
~ ~ Viverá Eternamente ~ ~
~ ~ Em Nossos Corações ~ ~


Postado 14/05/2009 - 23:17





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