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[Saintia Shô] - Capítulo 50


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107 respostas neste tópico

#101
Wandir Wanderley

Wandir Wanderley

    Agente do Caos

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O que é inegável é que a Kuori está tentando narrativas e criando uma puta colcha de retalhos que não está funcionando bem.

 

Errou feio ao trazer Saga e Deathmask, sendo eles mesmos como Fantasmas/Dríades. Primeiro que não definiu especificamente um conceito sobre quem é quem. Se tivesse estudado mais, primeiramente não chamaria os asseclas de Éris de Dríade, mas de Daemon, só pra começar. Muito mais apropriado e condizente. Segundo que agora não dá mais pra saber quem é quem. Sempre pensei que Fantasma era um Santo corrompido que passou a servir Éris após renascer. Como nos filmes, por exemplo. Aqui, com o advento de Hades e do Inferno, poderíamos limitar a ressurreição a algo mais instantâneo, como ela faz na saga: o convite é feito no Yomotsu.

 

O daemon com aparência do Saga, "nascido" da ambição pelo poder, poderia ser o Cratos. Não seria um espírito que influenciou Gemini, mas o filho da Éris que renasceu a partir dos desejos do Santo. O daemon que nasceu de Erda, mais apropriado seria a Androctasia, um espírito feminino do massacre. Seria bem foda se tivesse os traços do Deathmask, mas uma versão feminina. A aparência física do Daemon seria consequência dos desejos de alguém, a partir das sementes malignas.

 

Facilmente ela colocaria a aparência dos personagens clássicos, de forma justificada e embasada com coesão, na obra.

 

Outro triste erro foi chamar a indumentária de Folha. Que nome mais cu... Outra pesquisa básica levaria a usar um nome muito mais original. Eu penso que Sudário (骸布衣), pra fazer uma averso com o Traje dos Santos, funcionaria melhor com a conotação dos espíritos mortos.

 

Mas enfim, o mangá já está em andamento há anos e os erros estão aí.



#102
Gustavo Fernandes

Gustavo Fernandes

    "I think I´m losing my mind..."

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POPULAR

Quando Mu atua como figura explicativa ao nos dar uma definição sobre o que é este Máscara da Morte, a tragédia estava anunciada - Ele é, de fato, o mesmo Cavaleiro de Câncer que sucumbiu na Batalha das Doze Casas contra Shiryu, cuja alma recusou-se a descansar e foi recrutada por Éris, que lhe gerou um corpo de Dríade e o fez germinar da Semente do Mal que brotava em Elda. Aqui a autora ganha em possibilidades de explicar como e sob qual contexto houve a tal redenção do personagem que vemos na Guerra Santa contra Hades, mas perde muito mais quando mostra uma total falta de vontade em desenvolver vilões originais, limitando-se a reaproveitar Cavaleiros de Ouro exaustivamente trabalhados em outras mídias. Para uma obra que tinha imenso potencial com conceitos e subtrama riquíssimas, sem dúvidas esta é uma decisão frustrante. 

 

A explicação para Mu adentrar o Sekishiki está no capítulo, mas não convence. Não existe mais a particularidade dos Cavaleiros de Câncer em transitar livremente pelo Yomotsu Hirasaka se este espaço pode ser adentrado por outras pessoas. Não bastasse Kurumada ridicularizar o uso das Ondas do Inferno contra os Espectros, Kuori mostra que guerreiros com habilidades paranormais também conseguem acesso até lá. O confronto está dentro do que conhecemos de ambos os personagens e os níveis de poder permanecem coerentes com as informações que possuímos na franquia. Aliás, achei o embate bem movimentado e com boa dose de urgência e superação. Um grande ponto positivo para a Chimaki, cujas deficiências em desenvolver cenas de luta era um dos defeitos mais recorrentes da obra como um todo. 

 

Não considero um erro trazer a essência maligna do Saga de volta à história. Era um ponto nebuloso na trama original, que gerava interpretação dúbia e que a autora tratou de dar sua explicação de forma que conectasse com a trama. O problema aqui é a utilização exacerbada do personagem e o grande foco que o mesmo ganhou, em detrimento completo aos Dríades, que deveriam ser os principais antagonistas desta obra. Saga alçou-se deliberadamente ao papel de deus quando absorveu aqueles Cosmos no Uterus e ganhou autonomia pra mandar em quaisquer pontos que fossem dentro do exército de Éris. Agora, Máscara da Morte regressa a vida e ganha três ou quatro capítulos (nem lembro mais), enquanto Phonos recentemente ganhou apenas um, com uma luta simplória e desfecho sofrível. 

 

Kuori tinha um universo extremamente amplo para trabalhar com a deusa da discórdia. Existem inúmeros Daemons na mitologia grega com definições que se encaixam dentro do que foi estipulado no mangá. O conceito das Sementes do Mal, que usufruíam dos maiores desejos dos humanos e os convertiam em subalternos de Éris, idem. Ideias promissoras e que poderiam gerar uma gama praticamente infinita de possibilidades para tramas e personagens plenamente originais. O filme Santo Guerreiro, inclusive, possui materiais interessantes também. Porém não só ela subaproveita os conceitos que determina, como também se confunde completamente com o que fora estabelecido. E a maior prova disso é que não existe mais a distinção entre Fantasmas e Dríades conforme no começo, onde parecia até haver uma certa hierarquia. 



#103
Wandir Wanderley

Wandir Wanderley

    Agente do Caos

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Quando Mu atua como figura explicativa ao nos dar uma definição sobre o que é este Máscara da Morte, a tragédia estava anunciada - Ele é, de fato, o mesmo Cavaleiro de Câncer que sucumbiu na Batalha das Doze Casas contra Shiryu, cuja alma recusou-se a descansar e foi recrutada por Éris, que lhe gerou um corpo de Dríade e o fez germinar da Semente do Mal que brotava em Elda. Aqui a autora ganha em possibilidades de explicar como e sob qual contexto houve a tal redenção do personagem que vemos na Guerra Santa contra Hades, mas perde muito mais quando mostra uma total falta de vontade em desenvolver vilões originais, limitando-se a reaproveitar Cavaleiros de Ouro exaustivamente trabalhados em outras mídias. Para uma obra que tinha imenso potencial com conceitos e subtrama riquíssimas, sem dúvidas esta é uma decisão frustrante. 


Ela não precisava entrar por esse caminho. Explicar coisas do Deathmask dentro da gigantesca gama de personagens e tramas que ela poderia explorar foi desnecessário.
 

A explicação para Mu adentrar o Sekishiki está no capítulo, mas não convence. Não existe mais a particularidade dos Cavaleiros de Câncer em transitar livremente pelo Yomotsu Hirasaka se este espaço pode ser adentrado por outras pessoas. Não bastasse Kurumada ridicularizar o uso das Ondas do Inferno contra os Espectros, Kuori mostra que guerreiros com habilidades paranormais também conseguem acesso até lá. O confronto está dentro do que conhecemos de ambos os personagens e os níveis de poder permanecem coerentes com as informações que possuímos na franquia. Aliás, achei o embate bem movimentado e com boa dose de urgência e superação. Um grande ponto positivo para a Chimaki, cujas deficiências em desenvolver cenas de luta era um dos defeitos mais recorrentes da obra como um todo.


O que o Kurumada fez foi até coerente, tendo em vista o poder da Sobrepeliz. Mas as falas do Mu são vazias. Não explicam nada, não dizem nada. Se ele tivesse dito que chegou ao Yomotsu pelo Templo de Cancer, até seria coerente com o ND, mas nem isso foi feito. 

Não considero um erro trazer a essência maligna do Saga de volta à história. Era um ponto nebuloso na trama original, que gerava interpretação dúbia e que a autora tratou de dar sua explicação de forma que conectasse com a trama. O problema aqui é a utilização exacerbada do personagem e o grande foco que o mesmo ganhou, em detrimento completo aos Dríades, que deveriam ser os principais antagonistas desta obra. Saga alçou-se deliberadamente ao papel de deus quando absorveu aqueles Cosmos no Uterus e ganhou autonomia pra mandar em quaisquer pontos que fossem dentro do exército de Éris. Agora, Máscara da Morte regressa a vida e ganha três ou quatro capítulos (nem lembro mais), enquanto Phonos recentemente ganhou apenas um, com uma luta simplória e desfecho sofrível. 


O lado maligno do Saga não precisava, por ela, de detalhes. Usou pois foi conveniente reinserir um personagem popular.

Kuori tinha um universo extremamente amplo para trabalhar com a deusa da discórdia. Existem inúmeros Daemons na mitologia grega com definições que se encaixam dentro do que foi estipulado no mangá. O conceito das Sementes do Mal, que usufruíam dos maiores desejos dos humanos e os convertiam em subalternos de Éris, idem. Ideias promissoras e que poderiam gerar uma gama praticamente infinita de possibilidades para tramas e personagens plenamente originais. O filme Santo Guerreiro, inclusive, possui materiais interessantes também. Porém não só ela subaproveita os conceitos que determina, como também se confunde completamente com o que fora estabelecido. E a maior prova disso é que não existe mais a distinção entre Fantasmas e Dríades conforme no começo, onde parecia até haver uma certa hierarquia. 


Pois é.

Ela se perdeu.

#104
Vilão

Vilão

    Preguiça...

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Eu até entendo certas escolhas da autora quando você leva em consideração que antes de tudo Santia é um mangá comercial e que precisa vender pra se manter. Então a inclusão dos dourados vivos, além de coerente com o momento da história (bronzeados apagados, prateados dizimados), também é interessante para atrair audiência, público e etc. Só que ela precisa saber dosar isso e aí que ela peca. Pontuais aparições de Milo, Aiolia ou os outros dourados vivos é interessante e condizente até com a trama. Já reviver Saga e Máscara da Morte foi um erro, ainda mais com toda a exposição que ganharam em detrimento dos outro inimigos que poderiam ser explorados.

 

 

 

Quanto ao Mu no Yomotsu realmente não convenceu, até pq ela simplesmente não explica como o ariano apareceu ali. Ela somente diz que aquele lugar está conectado a  toda a Terra e que o canceriano não é o único que pode chegar lá e fim. 


Editado por Vilão, 13/12/2017 - 21:41.


#105
Wandir Wanderley

Wandir Wanderley

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Todas as aparições até o renascimento do Saga eu achei coerente. Depois disso foi fanservice puro. Eles reviveram no filme 3, no filme 4, no original, no ND (por um momento), em EpG.A, em Santia. Deus, que saturação Áurea.

#106
BigBear

BigBear

    Exploda cosmo...

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não é problema sem solução uma vez que a solução já foi dada.

quanto ao Afrodite, ele morreu acreditando naquilo que sempre acreditou, não teve arrependimento de nada do que fez. como Okada brincou em G.A, ele fez o que fez acreditando em sua própria convicção sem agir por malícia.
logo, não teria porquê sua alma se recusar a descansar.

não precisa do corpo original! Máscara da Morte teve sua alma incubida a um novo corpo de Dríade germinado de uma semente do mal. seu corpo original continua no Santuário.
toda aquela ideia que tínhamos de que MDM só voltou devido ao ressentimento de Elda por ele morreu! logo Shun e Aiolia presumidamente terem também ressentimentos por eles ou não, não faz diferença porquê Kuori poderia fazer com eles o mesmo que faz com DeathMask.

 

Se for em referência ao corpo do Máscara da Morte, lembramos que o mesmo caiu no Yomotsu, não teria como estar santuário.



#107
Vitor Henry

Vitor Henry

    i'm a nightmare dressed like a daydream

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capítulo em espanhol:
http://skdscanlation...aizoku Dan)&m=1

#108
Vitor Henry

Vitor Henry

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aquele tópico de Shun vs Saga trouxe o caso do Shun voltar do Sekishiki e a frase dele a seguir me fez pensar se de fato o Yomotsu não seria uma dimensão à parte e consequentemente a confirmação disso.

logo, se analisarmos as habilidades de Mu, não tem porquê questionar como/porquê ele conseguiu chegar lá mesmo estando sendo afetado pela limitação do local.




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